De 10 anos para cá o número de ferramentas virtuais e tecnológicas aumentou muito. Redes sociais, sites de notícias 24 horas, jogos, conversas instantâneas, celulares… Tudo isso envolve o usuário atual, que está usando cada vez mais fontes para se informar. O profissional de AI pensa em todo esse conteúdo disponível, e inclusive faz uso dele. Porém, deve dosar o que será usado das mídias para evitar a dispersão causada pelo excesso de informação.

Vimos no blog Arquitetura de Informção que a  Superinteressante fez uma série de vídeos chamada O Tempo Que se Perde Perdendo Tempo, falando sobre atividades rotineiras que acabam custando minutos preciosos. Assista!




Olhando assim você pensa: O que ligar um computador ou abrir um CD tem a ver com criação de sites e AI? Tudo! Esperar cansa, e recursos difíceis de manipular também, e tudo o que um usuário não quer é ter que gastar mais do que o necessário para acessar o que precisa em um site. Para isso, o arquiteto de informação deve pensar em que ferramentas usará no desenvolvimento do site, que conteúdos serão mais relevantes, tudo para evitar a perda de tempo e, consequentemente, a dispersão.

No mesmo blog, encontramos dois infográficos que mostram como esse excesso de mídias pode afetar nosso tempo, seja do AI ou mesmo do usuário.

No primeiro, publicado pela Wired, é apresentado uma “dieta de consumo de mídia”, que dita a quantidade de atenção que deve ser dada aos diferentes tipos de conteúdo. Um modelo de como usar essas mídias de forma “saudável”.

A dieta de mídia no novo consumidor digital


O segundo infográfico, publicado no Information is Beautiful, alerta para o desvio que o excesso de informação trazida por diferentes meios exerce nas atividades necessárias do dia-a-dia. De forma hierarquica, ele mostra como nos distanciamos dessas tarefas com coisas consideradas simples, mas superficiais.


Hierarquia das distrações digitais


Essa diversidade de conteúdo, quando bem usada, pode trazer bons resultados para o trabalho do arquiteto de informação. Mas  ele deve fazer isso com cautela, e de forma que livre seu usuário de distrações que podem comprometer a usabilidade de um site. É estudando o comportamento daqueles que vão acessar seu trabalho que se ganrante o uso pleno dos recursos presentes nele.  É importante fazer com que o usuário não perca o foco do objetivo que levou a visitar tal página. E nem que se canse em esperar para poder acessá-la.


2 Respostas para “QUANTO O EXCESSO DE INFORMAÇÃO NOS CUSTA?”

  1. Ana Paula em 9 março, 2010 as 20:59

    Parabéns!!! excelente post!


  2. Fernando Martins em 9 março, 2010 as 21:00

    muito bom!!!


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